Não julgares

Umas das grandes dificuldades a serem vencidas pela humanidade, dentre outras, tem sido a impulsiva propensão ao julgamento dos semelhantes.

Desnecessário dizer que, na maioria das vezes, tais julgamentos têm conotação depreciativa, enfatizando as imperfeições alheias.

Agimos nesse campo como verdadeiros egoístas que somos, além de nos mostrarmos ainda cegos e injustos, pois em grande parte das vezes em que nos pomos a julgar nossos irmãos deixamos de ver, ou reconhecer, que somos igualmente portadores de semelhantes falhas, quando não mais graves.

Depreciar, Difamar, ofender ou diminuir a integridade alheia é profunda falta no campo da caridade e prova de insensibilidade.
"Vês um argueiro no olho de teu irmão, mas não enxergas a trave em teu próprio olho."

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